A notícia de que Dr. Luke estaria sendo demitido da Sony Music publicada nesta quarta-feira (9) pelo site do New York Daily News, citando o The Wrap como fonte, foi desmentida pela equipe do produtor.
Em nota enviada ao site da Billboard no mesmo dia, Christine Lepera, advogada de Luke, negou o rumor: “não é verdade. Luke tem um excelente relacionamento com a Sony. Seus representantes estão em contato regular com os executivos de alto escalão da Sony e isso nunca foi abordado”.

A suposta demissão de Dr. Luke da gravadora teria sido, segundo os rumores, a forma da Sony Music lidar com a pressão feita por artistas e fãs no caso Kesha. Lady Gaga é uma das mais ativas e já usou as redes sociais para pedir à gravadora que faça “o que é certo” e libere Kesha de trabalhar com o produtor. “Fazer o correto em vez do que é melhor para os negócios”, já pediu a artista que se pronunciou novamente no Twitter após os rumores reafirmando seu desejo de que tudo se resolva a favor de Kesha. Taylor Swift, Adele, Kelly Clarkson, Troye Sivan e Demi Lovato, entre outros nomes, também se pronunciaram através das redes sociais ou carta aberta a favor da cantora de “Tik Tok”.
https://twitter.com/ladygaga/status/707653561744695296
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No entanto, a Sony afirma que não tem este poder. O contrato de Kesha foi feito diretamente com a Kemosame Records (selo do Dr. Luke dentro da Sony Music) e que depois da decisão judicial no mês passado a artista pode trabalhar sem manter contato com o produtor, mas ainda presa ao selo (principalmente financeiramente).
Uma onda de protestos foi iniciada e mais um está marcado para esta sexta-feira (11). Fãs já agendaram um novo encontro na frente da sede da gravadora como parte do movimento #FreeKesha. Pelo visto uma solução para o caso está ainda um pouco longe.