O presidente dos Estados Unidos Donald Trump usou sua rede social própria, Truth Social, para elogiar a atriz Sydney Sweeney e tecer novas críticas a Taylor Swift. Segundo ele, Sydney tem a publicidade “mais quente” do momento e Taylor perdeu popularidade por ser “woke”.

(Foto: Divulgação)
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A publicidade a qual ele se refere é a polêmica campanha da Sydney Sweeney para a marca American Eagle – que vem sendo criticada por teor racista, comparada à campanha nazista. Sydney intercala as palavras “jeans” e “genes”, afirmando que tem “ótimos genes”. Em meio a isso, surgiu a notícia de que ela é registrada no partido republicano, o de Trump.
Donald Trump x Taylor Swift

(Fotos: X @realdonaldtrump / Divulgação)
Já Taylor Swift é um desafeto antigo de Donald Trump, por ter se posicionado a favor da democrata Kamala Harris na eleição presidencial. “Desde que alertei o mundo sobre o que ela era, dizendo no Truth que não a suporto (odeio!), ela foi vaiada no Super Bowl e se tornou menos popular”, escreveu. É uma distorção da realidade.
Taylor foi vaiada no Super Bowl por ser considerada “vira casaca” – uma disputa de times. E ela passou 17 semanas no topo da Billboard 200 com seu álbum “The Tortured Poets Department” e quebrou recordes com sua “The Eras Tour”, com faturamento superior a US$ 2 bilhões.
Mas Donald Trump cria sua própria realidade. “A maré virou de vez – ser woke é para perdedores, ser republicano é o que você quer ser. Obrigado por sua atenção a este assunto”, escreveu. “Woke” se tornou uma gíria pejorativa usada por conservadores nos Estados Unidos para se referir a artistas e obras culturais com valores progressistas.

(Fotos: Fox / Divulgação)