As acusações de racismo e de propagar o “colonialismo branco” em “Wildest Dreams” chegaram aos ouvidos de Joseh Khan, diretor do novo videoclipe da Taylor Swift, e que trabalhou anteriormente com a cantora nos premiados “Blank Space” e “Bad Blood”.
Em um comunicado enviado à imprensa americana, Khan rebate às críticas e se diz orgulhoso do resultado final.

“‘Wildest Dreams’ é uma música sobre um relacionamento condenado e o conceito do vídeo era que eles vivessem esse amor longe de suas vidas normais. Isso não é um vídeo sobre colonialismo, mas uma história de amor vivida na Africa, em 1950”, iniciou sua defesa. “Há africanos negros no vídeo em vários trechos, mas a maioria das cenas é apenas Taylor e Scott. O vídeo é baseado em romances como o de Elizabeth Taylor e Richard Burton e em clássicos do cinema como ‘The African Queen, Out Of Africa’ e ‘The English Pacient’, apenas para citar alguns”, continuou Kahn.
“A realidade é que não há apenas pessoas de cor no vídeo, mas as mentes criativas que trabalharam nele são pessoas de cor. Eu tenho descendência asiática-americana, a produtora Jil Hardin é africana-americana, o editor Chancler Haynes é um africano-americano. Nós organizamos o elenco e editamos este vídeo. Coletivamente decidimos que seria inapropriado historicamente encher o elenco de mais atores negros para que o vídeo não fosse acusado de reescrever a história. O vídeo se passa no passado por uma equipe presente e estamos orgulhosos do trabalho. Não há nada político no vídeo. Nosso objetivo era contar uma trágica história de amor”, disse.
“E não vamos esquecer, Taylor decidiu doar todo o lucro deste vídeo para a African Parks Foundation, para preservar os animais do continente e apoiar a economia local”, encerrou Kahn.