O diretor David LaChapelle, que trabalhou com Britney Spears na primeira versão do clipe de “Make Me…” (cancelada, e vazada recentemente), fez mais comentários acerca da equipe que toma conta da carreira da Princesa do Pop. “Eu tenho lidado com sua equipe por todos esses anos. As histórias que eu tenho vão além. Você não acreditaria nas bostas que testemunhei, especialmente com esse último clipe. Não tenho nem estômago para as coisas que foram ditas, e é por isso que eu não quis ter mais nada a ver com o projeto ou com sua equipe”, escreveu no Instagram, em resposta a um fã da cantora.
Ele também acha muito estranho que o clipe de “Make Me…”, dirigido por ele, tenha vazado justamente agora. “Eu entendi que ela não queria o vídeo lançado. Eu fiquei decepcionado, mas tinha muito trabalhado para fazer, então segui em frente. O fato é que o clipe vazou enquanto ela estava descansando e dando uma pausa – isso é apenas nada confiável…. e fizeram uma bagunça sobre isso. Tão estúpido. Foi errado para ela e para mim”, escreveu. Anteriormente, ele já havia demonstrado sua insatisfação com o vazamento, porque o vídeo divulgado traz suas filmagens, mas sem sua edição.
“A única direção que Britney me deu para esse vídeo foi de filmá-la em uma gaiola. Naquele tempo eu não entendi porque ela queria ser filmada em uma gaiola. A princípio, em pensei em filmá-la como uma tigresa, mas olhando pra trás parece que ela queria comunicar que ela estava na cadeia. Para todos do meu time, pelo menos, nós podíamos ver que algo estava errado…”, já havia declarado, “para o vídeo de ‘Everytime’, a única direção que Britney me deu foi que ela queria morrer no vídeo. Olhando pra trás agora, parece pra mim que tudo isso eram gritos por ajuda, que ela queria comunicar através de seus vídeos”.
Com o afastamento de Britney Spears da mídia e sua internação em uma clínica psiquiátrica, muita fofoca está surgindo nas redes sociais. Existe um forte movimento chamado #FreeBritney, que defende a teoria de que a camericana vive em uma prisão por causa da tutela legal de seu pai.