Lançando um single com DJ Khaled e cumprindo os primeiros shows de sua turnê “Tell Me You Love Me”, Demi Lovato ganhou a capa da nova edição da revista Billboard americana. Na entrevista, ela fala basicamente sobre a construção de uma carreira baseada na franqueza e na desmistificação da popstar perfeita. Demi se orgulha por poder mostrar suas vulnerabilidades para os fãs e, assim, poder ajudá-los. Mas nem tudo é aberto a todos. “Eu tenho limites. Há coisas que provavelmente nunca compartilharei com o mundo, porque eu já dei demais a ele”, diz.
A americana explica que “não ser perfeita” é diferente de “ser mau exemplo”. Ela tem claras preocupações com relação a isso. Ser honesta traz responsabilidades também. “Quando comecei a falar sobre minha sobriedade… Eu nunca posso ser vista em uma casa noturna doidona. Se eu recaio, isso mostra ao meus fãs que é ok recair. E eu não posso fazer isso”, comenta.
Como toda pessoa verdadeira, Demi tem baixa tolerância à falsidade. Ela diz que tem uma boa percepção para quem se aproxima por interesse. “As pessoas que não estão dispostas a relaxarem com você em casa são o tipo de pessoas que só querem ser vistas com você”, opina, “quando eu e Ariana Grande saímos, é super tranquilo. Uma vez eu fui à sua casa. Ela nunca tinha ouvido falar dos assassinatos de Charles Manson”. Iggy Azalea é outra grande amiga. “Ela é super discreta. Ela não bebe nem vai a festas. Ela lutou muito, sem dinheiro, sem família, aos 16 anos no meio de Miami”, diz.