No final de julho, a justiça fez uma decisão nada favorável à Katy Perry. A música “Dark Horse” teria realmente semelhanças o suficiente para ser considerada um plágio de “Joyful Noise”, do grupo gospel Flame, representado por Marcus Gray. Com isso, os envolvidos terão que pagar US$ 2,78 milhões em direitos. No entanto, os compositores não estão conformados e querem lutar contra a decisão.
Quatro dias após a sentença, a advogada representante de Juicy J, Lukasz Gottwald e Max Martin (entre outros), responsáveis pela composição e produção da música, emitiram um comunicado em repúdio.
Ela afirma: “Os escritores de Dark Horse veem os veredictos como uma farsa de justiça. Não há infração. Não houve acesso ou similaridade substancial”, escreveu.
“A única coisa em comum é a expressão desprotegida – notas de ‘C’ e ‘B’ uniformemente espaçadas – repetidas. Pessoas incluindo musicólogos de todo o mundo estão expressando seu desânimo por isso. Continuaremos a lutar em todos os níveis apropriados para corrigir a injustiça”, continua.
De acordo com especialistas, realmente, os jurados não têm conhecimento musical para fazer esse tipo de decisão. “Katy Perry foi roubada por um juri musicalmente ignorante. Tom e tempo diferentes, notas diferentes e batida diferente! Música Trap é repetitiva e em notas menores. Os grooves são similares, sim. Uma cópia? Não. Compositores devem ficar preocupados com esse veredito. Amo sua mensagem, Flame, mas você não deve roubar”, escreveu Paul Croteau, um especialista famoso por seu canal do YouTube.
Será que esse jogo ainda pode virar?