Como Ludmilla se tornou a 2ª mulher mais ouvida do Spotify Brasil
(Foto: Divulgação)
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Como Ludmilla se tornou a 2ª mulher mais ouvida do Spotify Brasil

Ludmilla aposta no ecletismo graças a sua versatilidade musical.

Ludmilla alcançou a vice-liderança no ranking feminino das mulheres mais escutadas do Brasil no Spotify. A cantora ultrapassou Luísa Sonza, que detinha o posto, totalizando 7,783 milhões de ouvintes mensais no serviço de streaming. Luísa está com 7,714 milhões.

Veja o ranking:

01) Anitta – 15.090.364 ouvintes mensais.
02) Ludmilla – 7.783.881 ouvintes mensais.
03) Luísa Sonza – 7.714.445 ouvintes mensais.
04) Marília Mendonça – 7.633.302 ouvintes mensais.

Como Ludmilla se tornou a 2ª mulher mais ouvida do Spotify Brasil
(Foto: Reprodução / Instagram @ludmilla)

Como Ludmilla alcançou essa posição?

Para chegar a essa posição, Ludmilla apostou na diversificação musical e na aliança com outros artistas. Isso fica evidente na lista de suas músicas mais populares do momento no Spotify. O funk “Deixa de Onda (Por** Nenhuma)” já totaliza 13,8 milhões de streams. É uma parceria com Dennis e Xamã. Já o single “Rainha da Favela”, que chamou a atenção pelo clipe gravado na Rocinha, bateu 46 milhões de streams. Também é um funk.

Veja o clipe de “Deixa de Onda (Por** Nenhuma)”:

A mesma lista, no entanto, traz outros títulos curiosos – como “Poesia Acústica 10: Recomeçar” (19,8 milhões de streams), “Já Tentei – Ao Vivo” (13,7 milhões) , “Ela Não – Ao Vivo” (2,4 milhões), “Teu Segredo – Ao Vivo” (48 milhões) e “A Boba Fui Eu – Spotify Singles” (22 milhões).

2020 foi o ano em que Ludmilla investiu em seu projeto de pagode, trazendo um novo público para si. “Já Tentei” (com Vou Pro Sereno), “Ela Não”, “Teu Segredo” (com Vou Pro Sereno) e essa versão de “A Boba Fui Eu” fazem parte dessa vertente de seu trabalho.

Desta forma, Ludmilla conseguiu agradar e se tornar relevante com interessados em três estilos musicais: pop, funk e pagode. Os três, eventualmente, também se misturam em seus trabalhos. Até no projeto de rap “Poesia Acústica”, ela conseguiu lugar, dada sua versatilidade.

“Levei Muita porrada quando saiu o Poesia Acústica 10. Me cobravam porque eu era a única mulher do projeto. Oi? Mas ok, como sempre, a gente que recebe o ataque. No fim tudo isso serviu para abrir a cabeça dos caras, que as meninas do rap merecem mais espaço. Já valeu o estresse daquele dia”, comentou Ludmilla no Twitter.

É importante ressaltar também a força da TV aberta. Ludmilla se tornou técnica do “The Voice+”, com aparições semanais na grade da TV Globo. Isso também ajuda a deixar seu nome em evidência, gerando mais interesse no público.

Escrito por Leonardo Torres

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