Diego Martins acaba de apresentar um material inédito para o pop brasileiro: um curta-metragem que funciona como o visualizer oficial de seu álbum de estreia, “TANTO”, lançado pela Universal Music, onde ele se torna a primeira drag queen contratada pela gravadora.
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Foto: Reprodução YouTube
O filme costura todas as faixas do disco em uma obra contínua, pensada como narrativa cinematográfica. A proposta substitui a lógica de um clipe por música e apresenta um visualizer longo, que acompanha a trajetória emocional do álbum do início ao fim.
Além do próprio Diego na produção executiva, o projeto reúne uma equipe criativa formada por Lennon Silva e Larissa Castilho, responsáveis pela direção. O roteiro também é dividido entre os três, enquanto a direção de fotografia fica nas mãos de Lennon Silva. A coreografia é assinada por Flávio Verne.
O curta conta ainda com participações especiais de Amaury Lorenzo, que foi par romântico de Diego na novela “Terra e Paixão” e Bruno Fagundes, que aparecem em momentos centrais da obra.
Assista agora:
“TANTO”, o álbum visual
Em entrevista ao POPline, Diego falou sobre o álbum visual “TANTO”:
“Acho que em ‘TANTO’ a gente passa por uma jornada de amor, de busca pelo amor próprio e amor do outro também, de descoberta sobre diversas vertentes do amor. E é claro que eu queria fazer com que esse projeto fosse muito marcante pra minha carreira também. Eu sou uma drag queen, eu sou cantora, mas eu também sou ator e eu também sou multiartista. Então, eu queria trazer todas essas artes que eu sei que eu amo fazer na minha vida,” contou.

Foto: Flávio Cavalcanti
Sobre as referências usadas para construir o filme, que vem sendo produzido desde fevereiro deste ano, Diego explicou:
“O nosso álbum visual tem muitas referências de Brasil mesmo. A gente queria trazer essa sensação de que a gente tá em casa, né? Então, eu trouxe muitas referências da minha família, coisas que eu ouvia quando era criança, receita da minha mãe, fotos na geladeira, coisas muito íntimas mesmo, que eu sei que muita gente vai se reconhecer.”