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CCBB-RJ estreia mostra comemorativa do modernismo no cinema brasileiro
(Foto: Divulgação)
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CCBB-RJ estreia mostra comemorativa do modernismo no cinema brasileiro

“Ecos de 1922 – Modernismo no Cinema Brasileiro” conta com aproximadamente 50 filmes.

“Ecos de 1922 – Modernismo no Cinema Brasileiro” é o título da nova mostra de filmes que estreia no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro nesta quinta (10/3). Ela ficará em cartaz até 11 de abril, com filmes clássicos que celebram o centenário da Semana de Arte Moderna e filmes contemporâneos que ecoam o modernismo. Os preços dos ingressos são populares: R$ 10 a inteira e R$ 5 a meia-entrada.

Essa é a maior retrospectiva cinematográfica já feita sobre o tema, com aproximadamente 50 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens. A inauguração da mostra será com o filme “Limite” (1931), de Mario Peixoto. A sessão será especial e contará com música ao vivo de Tomás Improta.

CCBB-RJ estreia mostra comemorativa do modernismo no cinema brasileiro
“Limite” (Foto: Divulgação)

Clássicos do cinema brasileiro

Outros clássicos, como “Terra em Transe” (1967) de Glauber Rocha, “Como Era Gostoso Meu Francês” (1971) de Nelson Pereira dos Santos, “Ladrões de Cinema” (1977) de Fernando Coni Campos, “Tudo É Brasil” (1997) de Rogério Sganzerla, também estão confirmados. Serão exibidos em película 35 mm.

“O cinema modernista propriamente dito não existe. Não há um cinema contemporâneo a 1922 feito nos moldes modernistas ou que se reivindique como tal. Talvez o maior impasse de uma mostra de cinema que aborda os ecos de 1922 seja justamente que não houve modernismo per se no cinema. Longe de querer fechar um recorte numa única abordagem do tema, mas o mais importante é que a mostra chega para lançar questionamentos, abrir frentes, disparar provocações”, pontua a curadora Aïcha Barat.

CCBB-RJ estreia mostra comemorativa do modernismo no cinema brasileiro
“Tudo é Brasil” (Foto: Divulgação)

Valorização de perspectivas diversas

Na programação de filmes contemporâneos, o foco é naqueles que abordam temáticas anunciadas pela produção modernista, porém a partir da perspectiva indígena, negra e periférica. “Branco Sai, Preto Fica” (2012) de Adirley Queirós, “Grin” (2016) de Isael Ma- xakali Rolney Freitas e Sueli Maxakali, “Por Onde Ana Makunaíma?” (2020) de Rodrigo Séllos e “Travessia” (2017) são alguns dos títulos que serão exibidos.

Escrito por Leonardo Torres

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