A Casa Branca usou a música “Juno”, de Sabrina Carpenter, em uma publicidade institucional sobre suas ações em prol de deportações de imigrantes sem documentação nos Estados Unidos. O vídeo, postado no TikTok, ainda se apropria de um meme oriundo da turnê da cantora, quando ela brinca de prender alguém da plateia.
@whitehouseHave you ever tried this one? Bye-bye
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No vídeo, a voz de Sabrina é ouvida enquanto são exibidas cenas de várias prisões de imigrantes pelos agentes da ICE – Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos. A deportação é uma promessa de campanha do presidente Donald Trump e tem aterrorizado sobretudo a população latina no país. Só neste ano, mais de 2,2 mil brasileiros já foram deportados.
Sabrina Carpenter ficou irritada ao ver a publicidade da Casa Branca utilizando sua música e sua voz. Ela fez questão de se posicionar contra as ações da ICE. “Esse vídeo é maligno e repugnante. Nunca me envolva, nem a minha música, para beneficiar sua agenda desumana”, escreveu a popstar no X (Twitter).
Foto: Alfredo Flores
Madonna enfrenta Donald Trump no Dia Mundial de Luta Contra a AIDS
Madonna fez questão de enfrentar o presidente dos Estados Unidos Donald Trump após ele cancelar quaisquer ações governamentais voltadas para o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, celebrado nesta segunda (1º/12). O governo instruiu funcionários a “se absterem de mensagens em quaisquer dias comemorativos” e não usaram fundos governamentais para celebrar a data.
“Hoje é o Dia Mundial da AIDS. Há quatro décadas, este dia tem sido reconhecido internacionalmente ao redor do mundo por pessoas de todas as áreas, porque milhões de vidas foram afetadas pela crise do HIV. Pessoas perderam amantes, maridos, esposas, namorados e namoradas, mães, filhas e filhos para essa doença mortal, para a qual ainda não existe cura”, escreveu a cantora, que homenageou vítimas da AIDS em sua última turnê.
“Donald Trump anunciou que o Dia Mundial da AIDS não deve mais ser reconhecido. Uma coisa é ordenar que agentes federais deixem de comemorar este dia, mas pedir ao público em geral que finja que isso nunca aconteceu é ridículo, é absurdo, é impensável. Aposto que ele nunca viu seu melhor amigo morrer de AIDS, segurou sua mão, e assistiu o sangue drenar do rosto dele enquanto ele dava seu último suspiro aos 23 anos”, continuou Madonna.
