Anitta

Capa da Quem, Anitta fala sobre possibilidade do fracasso internacional

“A gente não tem que deixar de fazer por medo de fracassar”.

Medo. Fracasso. Administração da ansiedade. Cautela. Enfim, tudo isso e muito mais está em pauta na entrevista que Anitta concedeu para a nova edição da revista digital Quem Acontece, que a traz na capa. “Se a gente tiver medo, a gente não faz. Tenho a consciência da possibilidade. Tenho consciência de que é possível tanto o sucesso quanto o fracasso. Você vai em frente e a vida não acaba. Morei em Honório, tinha minha vida lá e era super feliz. Tenho minha carreira no Brasil e sou super feliz. Posso crescer e ser feliz, posso não crescer… Mas medo eu não tenho”, ela diz.

O tema é, claro, a carreira internacional. Ultimamente, é só sobre isso que as pessoas querem saber. O projeto “CheckMate” marca a aposta da brasileira no mercado externo, com singles em inglês. O próximo será em espanhol, com J Balvin. É o repertório que a apresenta de vez para o mundo. “Fico muito feliz em ver a torcida das pessoas e em ver que elas acreditam que eu possa acontecer lá, mas tento não me sentir pressionada e informar ao público que essa não é uma tarefa fácil. Se fosse, teríamos outros casos e não temos. Tento dizer para galera que pode não se concretizar e não tem problema nenhum. A gente não tem que deixar de fazer por medo de fracassar. Fracasso pode ocorrer, eu não estou imune a ele. Se não der certo, vou ter a convicção de que fiz tudo da melhor maneira possível. Fiz tudo pra que acontecesse”, avalia.

A maior preocupação da estrela pop é batalhar pela carreira internacional sem perder o público no Brasil. Lançar-se no mercado global exige muitas viagens e dedicação de tempo. Mas ela também tem sua agenda no Brasil. “É uma coisa que não vai ser rápida, assim como não foi no meu país. É mais difícil ainda porque ninguém fez isso ainda antes. É começar do zero”, fala, “O primeiro passo é muito difícil. Entrar num terreno que já está capinado e correr por ele é muito mais fácil do que ter que capinar tudo”.

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