Impulsionado pela temporada final de “Stranger Things”, Djo conseguiu um feito e tanto no Spotify. A música atingiu a impressionante marca de 30 dias em nº1 no ranking Global, e, atualmente, faz mais de 6.7 milhões de streams diários. Para quem ainda não fez a relação, Djo é o projeto musical do ator Joe Keery, que interpreta Steve Harrington na série.
LEIA MAIS:
> DJO no Lolla: como Joe Keery se consolidou como músico além de “Stranger Things”
> Além de “Purple Rain”, do Prince, ouça todas as músicas do episódio final de “Stranger Things”
> Netflix atualiza playlist da trilha sonora da 5ª temporada de “Stranger Things” com hits de Michael Jackson e ABBA
A música, de 2022, já tinha conseguido destaque na parada, já que desbancou “The Fate of Ophelia”, música de Taylor Swift do álbum “The Life of a Showgirl”. Falando nisso, o sucesso ganha um toque curioso com a relação entre os dois artistas. Antes de a faixa explodir mundialmente, Taylor já elogiou “End of Beginning” após um encontro casual no estúdio Electric Lady, em Nova York. Em entrevista ao “The Spout Podcast”, em 2024, Joe Keery contou que a cantora demonstrou admiração pela música muito antes de ela ganhar projeção global, o que o surpreendeu na época.
DJO no Lolla: como Joe Keery se consolidou como músico além de “Stranger Things”
Por muitos anos, o nome de Joe Keery esteve diretamente associado a Steve Harrington, um dos personagens mais populares de “Stranger Things”. Fora das telas, porém, o artista construiu em silêncio um caminho sólido na música. Sob o nome DJO, Keery chega ao Lollapalooza Brasil com um projeto que já não depende da curiosidade em torno do ator, mas de um repertório que encontrou público, identidade e alcance próprio. Ele se apresenta no último dia, 22 de março, no Autódromo de Interlagos.

Foto: Instagram
Antes mesmo da fama mundial na Netflix, Joe Keery já circulava pela cena musical. Ele integrou a banda Post Animal, ligada ao rock psicodélico de Chicago, e participou ativamente dos primeiros lançamentos do grupo. A experiência coletiva ajudou a moldar o que viria depois: um projeto solo que misturaria synths analógicos, referências setentistas, psicodelia e indie pop.
O DJO surgiu oficialmente em 2019, com “Twenty Twenty”, álbum que apresentou um artista interessado em experimentar, mas ainda em fase de construção. O disco foi bem recebido em nichos alternativos, sem grandes números, mas estabeleceu a estética visual e sonora que Keery aprofundaria nos anos seguintes.