"ALIVE": Alok anuncia parceria com Roberto Carlos para especial de fim de ano
(Foto: Gabryel Sampaio)
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Alok doa parte de cachês para caridade em três países

Dinheiro proveniente de publicidade é destinado para projetos sociais.

Alok, o brasileiro mais ouvido do mundo, usa sua fama para investir em projetos sociais. Matéria da revista Exame destacou, nesta quarta (17/6), que o DJ e produtor destina parte de sua renda proveniente de publicidades para ações sociais e ambientais no Brasil, na Índia e no Malawi.

Estima-se que Alok fature alto com o mercado publicitário. Ele tem contratos com a Vivo, a Cervejaria Petrópolis, a TC e a Garena. Desde 2019, os jogadores de “Free Fire” podem usar o avatar de Alok no jogo. Segundo a revista, Alok lucrou R$ 30 milhões com o game e doou tudo para um fundo gerido pelo Instituto Alok.

“Quero ser um agente social por meio da minha arte com a responsabilidade de inspirar a nova geração para uma agenda consciente dos desafios da nossa sociedade”, Alok publicou no Instagram, ao compartilhar a matéria.

Alok doa parte de cachês para caridade em três países
(Foto: Divulgação)

Como tudo começou?

A relação de Alok com filantropia começou aos 24 anos, quando já era considerado o melhor DJ do Brasil e enfrentava uma depressão. Ele viajou para conhecer o trabalho da ONG Fraternidade Sem Fronteiras na África e mudou sua perspectiva sobre a vida. “Por lá, Alok encontrou uma senhora que não comia há três dias, mas, diferentemente dele, ainda acreditava em Deus”, diz a revista.

“Ao contrário do que eu pensava, não foi Deus que a tinha abandonado. Fomos nós. Naquele momento entendi que eu não estava buscando respostas sobre o pós-morte, mas o porquê de estarmos aqui. Entendi que a minha influência me colocava numa posição muito importante, e tudo o que eu fiz de lá para cá foi no sentido de usar isso para mudar a vida das ­pessoas”, Alok falou para a Exame.

Desde então, ele passou a colaborar com o Fraternidade Sem Fronteiras. Alok também se tornou apoiador do Natal Sem Fome e das Vilas da Esperança no Brasil. Recentemente, abraçou o Unidos Pela Vacina. Por meio de seu Instituto Alok, já investiu R$ 15 milhões em mais de 20 projetos entre Brasil, África e Índia.

Escrito por Leonardo Torres

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