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ABMI revela que mercado brasileiro de música cresceu 15% em 2020

O estudo mostra que, apesar dos impactos sofridos com a pandemia, o setor da música gravada segue em recuperação no Brasil

O presidente da Associação Brasileira de Música Independente (ABMI), Carlos Mills, e Léo Morel, da Tratore, apresentaram nesta terça-feira (07), os resultados da pesquisa anual sobre o mercado da música gravada no Brasil, em painel do Rio Music Market. Entre os dados inéditos divulgados pelo relatório “Análise do Mercado da Música no Brasil” destaca-se a receita estimada de R$ 1,4 bilhão, gerada em 2020 pelo mercado brasileiro de música, apresentando um crescimento de 15% em relação ao ano anterior.

O estudo mostra que, apesar dos impactos sofridos com a pandemia, o setor da música gravada segue em recuperação no Brasil e no exterior pelo 6º ano consecutivo. A pesquisa revela que o consumo de shows transmitidos teve um aumento significativo de 67% em relação ao mesmo período no ano anterior.

“Esse dado mostra o efeito da pandemia que gerou um significativo aumento do consumo dos shows transmitidos, deixando claro o potencial desse formato de consumo musical”, explica Mills.

A pesquisa foi realizada no segundo semestre de 2021 e reúne dados relativos a 2020 e dados complementares de 2021. As informações foram coletadas em duas frentes: uma avaliação dos dados das principais plataformas de streaming referentes a 2020 e parte de 2021, e entrevistas em profundidade com 43 empresas entre gravadoras, editoras e distribuidoras do país.

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Crescimento do stream

Em 2020 foram registrados 6,4 bilhões de streams de áudio e 4,8 bilhões de streams de vídeo. Quando o assunto são os “streams de áudio financiados por publicidade” os dados também são ótimas. Essa foi a categoria que apresentou maior crescimento entre 2019 e 2020, quase dobrando. E os streams de vídeo registraram um crescimento de aproximadamente 20% em relação ao ano anterior.

Foto: Reprodução/Relatório ABMI

O relatório revela que, entre 2019 e 2020, aumentaram também os lançamentos de produtos. Vídeos musicais triplicaram, alavancados pela popularidade de plataformas como YouTube. E a evolução dos streamings de música contribuiu para o lançamento de singles, que quase dobraram no período, enquanto álbuns e EPs tiveram pequeno decréscimo.

Foto: Reprodução/Relatório ABMI

Futuro do mercado da música

A pesquisa revela ainda que o mercado está otimista com o futuro do setor. Cerca de 69% das empresas entrevistadas se disseram “otimistas” e 31% se manteve “neutro”. Porém, em comparação com o ano anterior, o otimismo diminuiu 20%.

Confira o relatório da íntegra clicando aqui!

Escrito por Rafa Ventura

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