Camila Cabello fala sobre Fifth Harmony, carreira solo e admite: não fala com as meninas desde dezembro
Em 16/02/17 às 16:33 Por: Leonardo Torres | Camila Cabello

Capa da nova edição de revista Billboard, Camila Cabello concedeu uma entrevista exclusiva e falou abertamente sobre sua saída do Fifth Harmony e o desejo de seguir em carreira solo. “O caminho mais fácil seria calar a boca, cantar as músicas, vestir os figurinos e continuar naquilo, sabe? Quero dizer, estávamos no auge de nossa carreira com o grupo. Definitivamente, não fiz a opção segura. Tenho isso em meu DNA. A maneira como minha mãe me criou sempre foi ‘não se acomode, crie asas’. Eu me sinto viva”, ela diz.

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Segundo a cantora, ela sempre deixou claro para as outras meninas da girlband que ficava incomodada por não poder cantar suas próprias palavras. “Você tem que seguir e honrar essa voz interior. Sempre incentivei as meninas a fazerem o mesmo”. Ela admite, no entanto, que o desejo de carreira solo causava uma tensão. “Obviamente, isso abalou o barco”. Ela não fala com as cantoras desde dezembro, quando saiu oficialmente do Fifth Harmony. “Não quero entrar em detalhes sobre isso, porque foi muito intenso e é difícil para eu falar. Isso me deixa triste”.

Ela esperava que a transição para carreira solo fosse menos turbulenta, porque os sinais de que ela queria fazer isso sempre estiveram lá. Na época, ela já estava divulgando “Bad Things”, single com Machine Gun Kelly, fora do grupo. “Eu sei que as pessoas tentarão transformar isso em ‘será que ela vai fazer mais sucesso fora do grupo?’ Para mim, se estou diariamente em estúdio, crescendo como artista e falando do meu coração, isso é o sucesso. Os resultados não importam. Quero dizer, não é esse o objetivo?”.

No Fifth Harmony, ela se sentia apenas o veículo para as palavras de outras pessoas. “Nós representávamos diferentes tipos de mulheres unidas. Nós não escrevíamos nossas próprias músicas. Estávamos interpretando as histórias de outras pessoas. Fifth Harmony é uma entidade ou uma identidade fora de todas nós, e não acho que nenhuma se sentia individualmente representada pelo som. Não fomos nós que fizemos”, explicou.



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